12.5.11
9.5.11
Chines Arrasta Filho Pelado Pela Rua
Lu Tan tinha proibido o filho, que é viciado em games online, de chegar perto de um computador. O garoto desobedeceu e foi a um cybercafé na cidade de Hechi (China). O pai ficou sabendo, foi até o local e resolveu punir Xiaomeng, de 14 anos. Lu tirou à força o adolescente do cybercafé, arrancou as roupas do filho na frente dos amigos, amarrou as mãos dele e arrastou o jovem até a casa em que moram.
“Alguém chamou a polícia, mas os agentes não intervieram. O homem disse que o menino roubara dinheiro para ficar na internet”, contou uma testemunha, segundo o “Daily Mail“.
A um policial Lu declarou:
“A mãe de Xiaomeng morreu quando ele tinha 9 meses. Tive que criá-lo. Trabalhei duro para sustentar a família. Minha esperança para o garoto não é muito grande, mas eu quero que ele viva no mundo real, seja uma pessoa real. Disse a ele várias vezes que ficar na internet é uma coisa ruim, mas ele não me ouve. Eu bati nele porque não quero que seja destruído pela web”.
Via O Globo
8.5.11
Jogando Nitrogênio Liquido numa Piscina
O nitrogênio é um gás, que ao ser esfriado a uma temperatura igual ou menor a --195,8 °C muda para o estado líquido. A essa temperatura, se entra em contato com sua pele ela congelará de imediato, gerando uma reação similar ao que a aconteceu no filme "Exterminador do Futuro". O que acontece se jogarmos nitrogênio liquido em uma piscina e logo em seguida pularmos dentro dela? Nada. O nitrogênio líquido ao entrar em contato com a água que se encontra em uma temperatura maior do que a sua se evapora. No entanto esse vapor não é venenoso.
5.5.11
A SAGA DO BEBE DIABO
NASCEU O DIABO EM SAO PAULO
Durante um parto incrivelmente fantástico e cheio de mistérios, correria e pânico por parte de enfermeiros e médicos, uma senhora deu a luz num hospital de São Bernardo do Campo, a uma estranha criatura, com aparência sobrenaturais, que tem todas as características do Diabo, em carne e osso. O bebêzinho, que já nasceu falando e ameaçou sua mãe de morte, tem o corpo totalmente cheio de pelos, dois chifres pontiagudos na cabeça e um rabo de aproximadamente cinco centimetros, além do olhar feroz, que causa medo e arrepios. Parece que tudo começou na Semana Santa, quando o marido da mulher, que é muito religioso, convidou-a para ir à igreja, ver a procissão. A mulher grávida, bateu com as mãos na barriga e respondeu indignada:
– Não vou, enquanto este diabo aqui não nascer.
E foi o que realmente aconteceu. A mulher acabou tendo como filho um monstrinho horripilante, peludo, que ao falar, mais parece que está mugindo.
Inicialmente, há quinze dias, quando os boatos começaram a surgir, poucos acreditavam na história absurda do nascimento do capeta em São Paulo, mas pouco a pouco, os comentários aumentaram e agora, principalmente em São Bernardo do Campo e cidades do ABC, ninguém mais duvida da existência do monstrinho diabólico.
Entretanto, segundo as autoridades médicas, não foi registrado nas últimas semanas nenhum nascimento de alguma criança com problemas congênitos ou anomalias pavorosas. Mesmo assim, até telefonemas de Brasília e outras cidades, estão chegando em São Bernardo, de pessoas que perguntam como o Diabo é, o que que ele come e como é sua aparência,
tudo logicamente, desmentido pelos funcionários.
O Hospital São Bernardo, onde se acredita que o Diabo esteja escondido, encontra-se em fase de construção, sendo que a maioria de seus pacientes, é do INPS.
O médico Fausto Figueira Mello Júnior, que ao lado de 12 colegas o dirige, afirmou que dos 15 partos diários, todos são praticamente normais: – Aqui não nasceu nenhum diabinho.
Por outro lado, o diretor administrativo, Roberto Saad, é de opinião que tudo isto não passa de uma piada de mal gosto contra o hospital. Parece porém que, o crescimento do boato e a credulidade de algumas pessoas chegaram a preocupar o secretário da Promoção Social, Enzo Ferrari. Ele, após percorrer todos os hospitais daquela cidade, distribuiu uma nota oficial, desmentindo o boato, dizendo que em São Bernardo do Campo não existe nenhum bebê-monstro.
Entretanto, a própria preocupação do secretário aumentou em algumas pessoas a crença de que o Diabo existe e está disposto a fazer cumprir as profecias satânicas, aumentando o mal na Terra.
– E os primeiros a serem atingidos serão os moradores de São Bernardo do Campo, disse uma senhora, fazendo o Padre-Nosso, defronte o Hospital São Bernardo, onde se encontrava com os olhos demonstrando
muito medo.
Assim, aquela que de início era uma estranha e absurda história, agora tomou corpo e chega a preocupar as autoridades daquele município.
Os telefonemas continuam, nas esquinas e nos bares o assunto é só sobre o capetinha e muitos insistem que os responsáveis pelo hospital onde ele nasceu, deveriam colocá-lo em exposição, para que todos vissem o bebê que fala, tem chifres e um bonito rabo de cinco centímetros.
4.5.11
Um Pouco sobre a inspiraçao deste blog!
Notícias Populares
Notícias Populares, também conhecido simplesmente como NP, foi um jornal que circulou em São Paulo entre 15 de outubro de 1963 e 20 de janeiro de 2001[1] e era conhecido por suas manchetes violentas e sexuais. É considerado até hoje "sinônimo de crime, sexo e violência. Seu slogan era "Nada mais que a verdade". O jornal era publicado pelo Grupo Folha, mesma empresa que publica os jornais Folha de S. Paulo e Agora São Paulo e publicava o jornal Folha da Tarde.
A decisão de extinguir o jornal foi tomada com o sucesso de programas de televisão como Aqui Agora, que usavam o mesmo estilo do jornal e reduziram o interesse do público pelo mesmo, e o Grupo Folha decidiu concentrar seu jornalismo popular no Agora São Paulo.História
O Notícias Populares foi criado por Jean Melle, imigrante da Romênia.
Polêmicas
O jornal Notícias Populares atraiu muitos desafetos dentro do meio jornalístico, que acusavam o veículo de exagerar nos noticiários e até inventar notícias.[4]
Bebê Diabo
Uma das mais famosas polêmicas em que o Notícias Populares esteve envolvido foi a série de reportagens sobre o "Bebê Diabo". Na ocasião, jornalistas do NP aproveitaram-se da notícia de que um bebê havia nascido com deformações para inventar uma série de reportagens que iam se desenrolando ao decorrer das edições.[4] Para os leitores os fatos inventados pela redação do periódico eram apresentados como se fossem verídicos.[4]
Desaparecimento de Roberto Carlos
Outra polêmica famosa foi quando o NP noticiou o desaparecimento do cantor Roberto Carlos, em 1968. O jornal havia recebido a informação de que um repórter da Rede Record não conseguia entrar em contato com o cantor, que estava em Nova York, fato que a redação do NP usou como pretexto para lançar, em letras garrafais, a manchete "Desapareceu Roberto Carlos". A manchete fez o jornal vender cerca de 20 mil exemplares a mais.[4] No dia seguinte, o NP voltou a aproveitar-se do mesmo tema ao lançar a manchete "Acharam Roberto Carlos".
Pelezão
História do indigente que virou "ídolo das madames" após ter sido "violentado" pela "psicóloga tarada de Perdizes", na madrugada de 28 de agosto de 1984. O caso Pelezão rendeu tantas manchetes quantas teve o "Bebê-Diabo", que, na metade da década de 1970, mexeu com os nervos e a imaginação dos leitores, seguindo o rastro do filme O Exorcista. [5]
Manchetes distorcidas
Uma das principais características do estilo NP era distorcer fatos de forma a criar manchetes polêmicas que atraíssem a atenção dos leitores. Algumas das polêmicas manchetes que o jornal publicou foram:
- "Bicha põe rosquinha no seguro"
- "Aumento de merda na poupança"
- "Broxa torra o pênis na tomada"
- "A morte não usa calcinha"
- "Churrasco de vagina no rodízio do sexo"
- "Traficantes derrubam avião no Jd. Ângela" (o avião no caso, é uma gíria para os garotos que repassam a droga entre o consumidor e o traficante)
Colunas mais famosas
- "Tudo Sobre Sexo" — coluna escrita por Rosely Sayão, uma das primeiras colunas a falar abertamente sobre sexo em periódicos brasileiros.
- "Voltaire de Souza" — coluna de contos que sempre envolviam mortes, sexo e outros fatos polêmicos.
- "Espaço Gay" — uma das primeiras colunas dedicadas ao público GLS em jornais brasileiros.
- "Histórias da Boca" — coluna com estórias estilo Nelson Rodrigues, escrita por vários jornalistas do NP.